A ansiedade e o esporte

por                      Daniel Bartholomeu

José Maria Montiel

Afonso  Machado 

Na opinião de Machado (2001), o esporte, de maneira geral, apresenta uma elevada emocionalidade. Nesse contexto, o aumento da ansiedade no momento esportivo decorre do aumento da pressão que é exercida sobre os jogadores com o objetivo de alcançar a vitória. Para o autor, a preocupação com a ansiedade quer seja dentro de campo ou fora dele, nunca foram tão grandes como nos dias de hoje.

Martens e colaboradores (1990), considerando a ansiedade como um constructo multidimensional, hipotetizaram que os antecedentes situacionais da ansiedade cognitiva e auto-confiança seriam os fatores no ambiente que se relacionariam à expectativa de sucesso dos jogadores, incluindo a forma como o indivíduo iria perceber sua própria habilidade e a de seu oponente, possivelmente baseada em experiência competitiva prévia. Gould e colaboradores (1984) e Martens e colaboradores (1990) ressaltaram que esses antecedentes abrangeriam ainda a importância do jogo, os efeitos de facilitação social, preparação no vestiário (locker room preparation) e rotinas de treinamento pre-competição.

Os estudos sobre ansiedade demonstram que seus níveis variam sempre antes, durante e após uma situaçãode tensão. A iminência de um evento dessa natureza parece aumentar os níveis de ansiedade, ao passo que o contato com a situação faz com que esses níveis diminuam. Entretanto, o grau em que uma competição aumenta ou diminui a ansiedade varia de acordo com a tarefa em questão. Assim, modalidades esportivas que implicam num maior uso de resistência e força tem maior probabilidade de dissipar a ansiedade em detrimento de outros como tiro ao alvo ou arco e flecha nos quais a tendência é de aumento das tensões com o prosseguir da competição (Cratty, 1984).

Referências

Martens, R., Burton, D., Vealey, R.S., Bump, L. & Smith, D.E. (1990). Development and validation of the Competitive State Anxiety Inventory-2 (CSAI-2). In R. Martens, R.S. Vealey & D., Burton (Eds), Competitive anxiety in sport (pp. 117-213). Champaign, Human Kinetics.

Machado, A.A. (2001). Agressão e Ansiedade em esportistas adolescentes. In M. A. Buriti, Psicologia do Esporte, Campinas: Alínea.

Gould, D., Petlichkoff, L. & Weinberg,, R.S. (1984). Antecedents of temporal changes in and relationships between CSAI-2 subcomponents. Journal of Sport Behaviour, 12, 183-195.

Cratty, B.J. (1984). Psychology in Contemporary Sport. Englewood Cliffs: Prentice-Hall.

Sobre as definições do constructo ansiedade e considerações sobre o esporte

por                      Daniel Bartholomeu

José Maria Montiel

Afonso  Machado

As relações entre a ansiedade e desempenho esportivo têm sido um tópico de interesse de treinadores, atletas e pesquisadores da psicologia dos esportes por anos. O momento esportivo particularmente fornece um setting adequado para a observação e estudo da ansiedade, uma vez que, seus participantes são expostos à situações repetitivas, identificáveis e predizíveis, permitindo uma estimativa de comportamentos ansiogênicos em contextos reais, assim como avaliar seus efeitos sob tarefas esportivas específicas.

Alguns pesquisadores como Nash (1987) e Olerud (1989) ressaltam a importância de se investigar a ansiedade no esporte, relatando que atletas com níveis mais elevados de ansiedade em situações de competição apresentam uma maior tendência a machucarem-se e levam um maior tempo para retornar aos treinos após os danos. Essas e outras investigações conduziram a implicações práticas importantes na medida que, uma observação adequada da ansiedade de atletas possibilitaria uma maior compreensão dos fatores que a antecedem, de sua dinâmica e de suas conseqüências.

Além disso, com uma avaliação adequada da ansiedade de atletas, a implementação de programas de intervenção ficaria facilitada, assim como seu acompanhamento. Os avanços recentes na produção de medidas em psicologia permitiram um progresso na avaliação da ansiedade, embora haja ainda certa confusão quanto à definição do constructo, já que certos trabalhos não diferenciam termos como excitação, stress e ansiedade. Essa controvérsia será apresentada à continuação.

A excitação é o termo mais geral dos três. Cannon (1929) o usou  para se referir à energia mobilizadora fisiológica em resposta a situações que ameaçam a integridade  física do organismo. É a dimensão de intensidade que subjaz os comportamentos.

Por sua vez, o termo estresse é usado em duas formas diferentes. Primeiramente, em relação ao equilíbrio entre as demandas situacionais e os recursos do indivíduo. O segundo uso do termo se refere às respostas do indivíduo à estressores. Nessa perspectiva, o estresse se refere à uma resposta cognitiva-afetiva envolvendo uma avaliação da ameaça e excitação fisiológica aumentada (Spielberger, 1966).

Finalmente, a ansiedade é uma variação das respostas ao estresse e um constructo multifacetado. Basicamente, consiste de uma resposta aversiva emocional, um motivo de evitação caracterizado por preocupação e apreensão quanto à possibilidade de danos físicos ou psicológicos, associado à excitação fisiológica aumentada resultante da avaliação da ameaça.

A definição do constructo sofreu uma série de refinamentos ao longo dos anos e esses foram refletidos na operacionalização de sua definição e nos instrumentos de medida desenvolvidos com base nelas. Nesse contexto algumas distinções são de particular importância. A primeira delas concerne à diferenciação de estado e traço; a segunda, concerne à ansiedade geral e específica à situação; e a terceira, envolve a natureza multifacetada da ansiedade, mais especificamente seus componetes somáticos e cognitivos.

A reação emocional da ansiedade varia de acordo com a intensidade de suas flutuações temporais. Assim, serenidade e calma fisiológica e subjetiva indicam a ausência de respostas de ansiedade. Níveis moderados são caracterizados por apreensão, nervosismo, preocupação e tensão. Já níveis muito elevados envolvem sentimentos intensos de medo e pensamentos catastróficos, assim como excitação fisiológica. Nesse contexto, o termo “ansiedade estado” compreende níveis de ansiedade experienciados momentâneamente, com caráter transitório (Spielberger, 1966).

A sua vez, a ansiedade traço se refere à tendências individuais relativamente estáveis, associadas à personalidade. Isso indica que pessoas com altas pontuações em ansiedade traço respondem à maior parte das situações e regulam suas percepções, comumente de forma mais ameaçadora do que a maior parte dos indivíduos. Suas respostas ansiogênicas tendem a ser ainda mais intensas e com maior duração (Spielberger, 1966).

Entretanto somente considerar esses aspectos não favorece para uma maior compreensão da ansiedade. Um modelo adequado deveria dar conta de explicar a natureza dos processos cognitivos que mediam a avaliação da ameaça e suas respectivas conseqüências. De acordo com o modelo de Spielberger (1966) quando os estímulos externos são avaliados como ameaçadores, eles evocam um estado de ansiedade que inclui ativação do sistema nervoso autônomo e sentimentos subjetivos de tensão e expectativa ansiosa. Isso produz uma série de processos defensivos que objetivam a redução desse estado. As diferenças individuais no traço de ansiedade determinam quais estímulos são cognitivamente avaliados como ameaçadores, o nível de ansiedade estado experienciado e os efeitos comportamentais provocados.

Uma última distinção deve ser feita que concerne ao aspecto multidimensional desse constructo. Nesse particular são separadas respostas cognitivas e fisiológicas (Sarason, 1984). A ansiedade cognitiva pode ser caracterizada por avaliações negativas de uma situação, preocupação e imaginação mental aversiva, enquanto a somática reflete uma excitação fisiológica especificada, basicamente pela taxa cardíaca elevada, respiração ofegante e aumento da tensão muscular.

Embora estejam relacionadas, essas duas áreas afetam diferentemente a performance dos indivíduos. Estudos revelaram que as expectativas de desempenho anterior à situações avaliativas tem uma associação maior com ansiedade cognitiva que somática. Todavia os efeitos da ansiedade cognitiva e somática variam mais em razão do tipo de tarefa desempenhada. Em tarefas intelectuais, a preocupação é mais relacionada com decréscimos em sua performance. Já a ansiedade somática afeta mais o desempenho em tarefas motoras como no caso dos esportes, foco desse trabalho. (Gould, Petlichkoff, Simons, & Vevera, 1987; Sarason, 1984).

Nesses termos, a ansiedade à performance esportiva é definida como uma predisposição a responder somática ou cognitivamente à situações competitivas nas quais a adequação do desempenho atlético é avaliada. Embora haja um número grande de fontes de ameaças, na situação esportiva as mais salientes seriam as possibilidades de falhar ou de ser desaprovado por outros significativos em termos de seu padrão de excelência. Esses componentes devem ser adotados em medidas de auto-relato de ansiedade.

Alguns autores defendem que medidas fisiológicas seriam a melhor forma de avaliar a ansiedade estado em situação competitiva (Hatfield & Landers, 1983). Todavia, Hackfort e Schwenkmezger (1993) esclarecem que pesquisadores podem obter diferentes resultados de acordo com o índice fisiológico selecionado. Nesse contexto, tendo-se a ansiedade como uma resposta a uma avaliação cognitiva complexa dos estímulos mentais e fisiológicos, à torna dependente do processo perceptual dos indivíduos. Sendo assim, atletas podem estar desatentos à taxa cardíaca anteriormente à uma competição, mas esse nível baixo de ansiedade somática pode refletir sua taxa cardiáca normal e não uma reação ansiosa. Existiria, desse modo, um relacionamento recíproco entre esses dois componentes da ansiedade, embora seja difícil demonstrar a contribuição de cada um deles em situações reais de competição (Burton, 1989).

Referências

Burton, D. (1989). Winning isn’t everything: Examining the impact of performance goals on collegiate swimmers’ cognitions and performance. The Sport Psychologist, 15, 105-132.

Hackfort, D., & Schwenkmezger, P. (1993). Anxiety. Em R.N. Singer, M. Murphey, & LK. Tennant (Eds.), Handbook of research on sport psychology (pp. 328-364). New York: MacMillan.

Hatfield. B.D. & Landers, U.M. (1983). Psychophysiology: A new direction to sport psychology. Journal of Sport Psychology. 5, 243-259.

Gould, D, Petlichkoff, L., Simons, J., & Vevera, NI. (1987). Relationship between Competitive State Anxiety Inventory – 2 subscale scores and pistol shooting performance. Journal  of Sport Psychology, 9, 33-42.

Sarason, I G. (1984). Stress, anxiety, and cognitive interference: Reactions to Tests. Journal of Personality and Social Psychology, 46, 929-938.

Spielberger, C. D. (1966). Theory and research on anxiety. Em C.D. Spielberger (Ed.) Anxiety and behavior (pp. 1-17). New York: Academic Press.

Cannon. W. B. (1929). The mechanism of emotional disturbance of bodily functions. New England Journal of Medicine 195, 877-884.

Nash, H. L. (1987). Elite child-athletes: How much does victory costs. The Physician and Sports Medicine, 15, 128-133

Olerud, J. E. (1989). Acne in a young athlete. In N. J. Smith (Ed.). Common problems in pediatric spoils medicine (pp. 54-59). Chicago: Year Book. Medical Publishers.

Anúncio de refrigerantes

por Laís Semis

“Quem me dera, ao menos uma vez,

Explicar o que ninguém consegue entender:

Que o que aconteceu ainda está por vir

E o futuro não é mais como era antigamente.”

Nem todos os hinos são cantados e admirados unanimemente, independente ao que façam referência. Mas todos eles atraem legiões compostas por uma nação, fanáticos futebolísticos ou ouvintes apaixonados. Nesse caso, contudo, no calor do concreto e do cerrado da capital, onde se encontravam, passavam longe de integrar uma legião além do que se auto-intitulavam.

Eram apenas garotos matando o tempo com os três acordes da cartilha punk rock que seguiam e deixando para trás seus futuros diplomáticos e acadêmicos para se aventurar nos resquícios da explosão punk dos anos 70 e se abrindo para aqueles melodramáticos 80 banhados à Smiths.

Houve um hino legionário em especial que foi parar além das bocas e coração de fãs, se tornou frase repetida e estampada freqüentemente por outros, “Pais e Filhos” é uma das músicas que vem atravessando a Legião Urbana através dos anos.

Dado Villa-Lobos, Renato Russo e Marcelo Bonfá em foto de promoção do álbum “As Quatro Estações”

A Legião é uma vida em discografia que, disco a disco, vai se modificando e se construindo com um pouco do que se era e muito do que está acontecendo até A Tempestade ou O Livro dos Dias, em que o fim se aproxima. A revolta, o amor impossível, os sonhos são trocados pelo ceticismo, pelo apego ao momento, já que ao futuro cinza, foi atribuído cautela.

Quando a tristeza é sempre ponto de partida

“A Tempestade” também é o título de um livro de autoria de William Shakespeare, uma história tão triste quanto o disco ecoa.  Extremamente pessimista, o álbum abre com os (seguintes) versos: “vamos falar de pesticidas e de tragédias radioativas” e continua “preste atenção ao que eles dizem, ter esperança é hipocrisia, a felicidade é uma mentira e a mentira é salvação”.

A desilusão nele é total; da vida, do mundo, do trabalho e, principalmente, do amor – sentimento que depois de tantos anos tentando dar certo acaba se conformando, na serenidade da idade, em não existir em formas mais intensas e que ao se acabar está apenas cumprindo um ciclo natural, um sentimento domado pela razão.

Cheio de ressentimento, mágoas e submerso a uma tristeza sem fim, traçando uma comparação sobre o que foi e parece estar perdido num presente vazio e mesmo quando tenta se mostrar com um pouco de fé, soa irônico. É só na 8ª faixa, “Soul Parsifal”, que A Tempestade é tomada por uma força de lutar maior que as circunstâncias.

Renato Russo no palco

Na medida em que o disco vai tocando, vai se tornando mais pessoal, com a coragem que ganha lá pela sua metade, a dor se transforma num ataque, talvez num escudo contra o bombardeio de sentimentos negativos das próprias palavras e notas.

O disco termina com “O Livro dos Dias”, talvez mais conformado, desmascarando, encarando e desafiando a tristeza, “este é o livro do destino, este é o livro dos nossos dias, este é o dia de nossos amores”.  É claro que existiram tantas outras canções tão angustiantes em outros álbuns, mas elas nunca estiveram tão intimamente ligadas num único disco.

Um místico (até mesmo as personagens de suas músicas eram movidas pela influência de astros, João de Santo Cristo de “Faroeste Caboclo” era de Peixes com ascendente em Escorpião e Monica de “Eduardo e Monica” era de Leão), um Renato Russo politizado (“nas favelas, no Senado, sujeita pra todo lado, ninguém respeita a Constituição”), revolucionário (com sua “Geração Coca-Cola”), crítico (quem não reconhece a estupidez, a covardia, a intolerância, a falta de justiça citadas em “Perfeição”?), solitário (“Vento no Litoral” e toda sua melancolia amorosa), arrasado (vide “Os Barcos”), romântico (o que seria do disco “Dois” sem “Acrilic on Canvas”, “Quase sem Querer”, “Andrea Doria” e mesmo “Eduardo e Monica”?), renascido (afinal “Índios” tem muito sobre a vida que deve ser revista), liberto (como em “Metal Contra as Nuvens”). Foram canções e discos que representavam sentimentos extremosos. Mais ou menos, essa foi a discografia, usando as palavras do poema “Lembrança de Morrer” de Álvares de Azevedo, de quem “foi poeta, sonhou e amou na vida”.

Um novo Taekwon-Do em Louveira-SP

por Eduardo Godoi

Ch’ang Hon Ryu Taekwon-Do é uma arte marcial coreana criada pelo General Choi Hong Hi e apresentada ao mundo com este nome no dia 11 de abril de 1955. As suas técnicas foram desenvolvidas a partir do Karatê japonês, incorporando também algumas contribuições do Taek Kyon e do Soo Bak Gi, que são antigas artes marciais coreanas, de táticas militares e de elementos marciais de origem chinesa.

Taekwon-Do, Arte e Vida

Taekwon-Do, Arte e Vida

As palavras que compõem o nome desta luta podem ser assim traduzidas:

Tae = ação dos pés

Kwon = ação das mãos

Do = arte ou caminho

A International Taekwon-Do Federation (ITF) foi fundada em 22 de março de 1966, sendo presidida pelo General Choi Hong Hi até o seu falecimento, em 15 de junho de 2002. Somente em 1973 é que foi criada a World Taekwon-Do Federation (WTF).

Muito mais do que uma arte-marcial, o Taekwon-Do é uma atividade em que o corpo e a mente interagem de forma harmônica, proporcionando ao praticante uma sensação de bem-estar inigualável e contribuindo para um aumento constante de sua qualidade de vida. Seguindo os princípios do Taekwon-Do (cortesia, integridade, perseverança, autocontrole e espírito indomável), todo praticante desenvolve uma grande autoconfiança que o ajuda a enfrentar, de modo sereno, os seus desafios cotidianos.

HORÁRIOS DAS AULAS

  • segunda-feira: 17h até 18h | 18h até 19h | 19h até 20h | 20h até 21h
  • terça-feira: 8h até 9h | 17h até 18h | 18h até 19h | 19h até 20h | 20h até 21h
  • quarta-feira: 17h até 18h | 18h até 19h | 19h até 20h | 20h até 21h
  • quinta-feira: 8h até 9h | 17h até 18h | 18h até 19h | 19h até 20h | 20h até 21h
  • sexta-feira: 17h até 18h | 18h até 19h | 19h até 20h | 20h até 21h
  • sábado: 8h até 9h | 9h até 10h

Sabum Nim Eduardo Godoi (4o. Dan)

Ch’ang Hon Ryu Taekwon-Do Brasil
Rua Armando Steck, 408 – sala 3 – Centro – Louveira – SP – CEP 13.290-000

Song 2

por Laís Semis

Foi com o single “There’s No Other Way” que o Blur alcançou notoriedade perante a imprensa, mas logo descobriu o gosto de ser trocado por sucessos de outras bandas que também estreavam o britpop.

Damon Albarn já tinha provado a música clássica (aos 12 tocava violino e piano) e tentado a arte dramática (depois de dois semestres de curso descobriu que não tinha talento), mas os 5 Brit Awards que estariam por vir 3 anos após o passageiro “There’s No Other Way” apenas confirmavam que ele podia botar fé no Blur.

O vocalista chegou a dizer que pelo número de cópias que estavam sendo vendidas do álbum “Parklife” era provável que até mesmo as donas de casa estivessem ouvindo a banda; porém o pódio da corrida do britpop era ferozmente disputado pelos irmãos Gallagher, do Oasis, travando competições pelos lugares das músicas nas paradas musicais e fazendo ofensas públicas aos integrantes do Blur. As respostas ao Oasis sempre foram mais irônicas.

Liam Gallagher, do Oasis e Damon Albarn, do Blur, durante partida de futebol, em 1996

Não que eles tenha sido os únicos atacados pelo Oasis – Robbie William, Pete Doherty e brigas entre os próprios irmãos também aconteceram –, mas foi a guerra que mais rendeu histórias, foram mais de 10 anos de rixas. Hoje, entretanto, os Gallagher admitem achar patéticas as afrontas públicas que travaram contra o Blur.

Em meio às confusões e aos hits, os integrantes do Blur se envolveram em tantos projetos paralelos que o último álbum de estúdio deles, “Think That”, foi lançado em 2003. Mas, mesmo com muito trabalho entre Gorillaz e The Good, the Bad & the Queen, os boatos são de que 2011 aguarda um novo disco da banda.

Os números de 2010

por WordPress.com

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Uau.

Números apetitosos

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Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 8,200 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 20 747s cheios.

In 2010, there were 39 new posts, not bad for the first year! Fez upload de 57 imagens, ocupando um total de 4mb. Isso equivale a cerca de uma imagem por semana.

The busiest day of the year was 22 de dezembro with 377 views. The most popular post that day was A contradição dos garotos imaginários.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram mail.live.com, mail.yahoo.com, portal.folhanoticias.com.br, mirianamg.blogspot.com e mail.mailig.ig.com.br

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por beatles, the cure, the strokes, green day e taekwon-do itf

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

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