Promessa

por Laís Semis

Artista revelação 2008 e 2009 pela BBC e pelo Grammy Awards, ela tem pavor de multidões. Suas canções podem até serem tristes e, mesmo com coração partido, a britânica demonstra experiência.

"21", de Adele, ultrapassou "Born This Way", de Lady Gaga, no ranking da Billboard

Com uma voz forte e altissonante entre uma série de mulheres loiras e bonitas. Embora não se encaixe na série de mulheres destrutivas, não foge aos cigarros e taças. Longe das histórias escandalosas, Adele trilha uma jovem carreira com dois discos, “19” (2008) e “21” (2011), em que a idade parece sempre o menor dos seus problemas.
O mundo pop bebe um gole de dor voltando sua atenção para Adele que em “21” intensifica ainda mais a tristeza presente em seu antecessor. Não é pop de entretenimento como pode ser ouvido nas últimas “divas” que rondam as paradas, gastam páginas e muitos, muitos minutos em rádios e exageradas performances em exibições televisivas.
Mas depois do fundo do poço de maravilhas de “21” em que a cantora chega com suas canções e sentimentos, o provável caminho é que o disco se torne uma despedida, e Adele encontre em um próximo trabalho mais felicidades para tocar aos ouvidos, mesmo que sem deixar os conflitos, até porque estes nunca se deixam passar.

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