Trompa

Por Igor Santos

A trompa é um instrumento de sopro que pertence à família dos metais, conhecida por seu som suave, porém, agressivo nos momentos desejáveis. Suas características sonoras são de extrema riqueza em harmonia e, com a mão dentro da campana, permite uma grande variedade de timbres que se assemelham muito com os da voz humana.

São aproximadamente cerca de 3,5 metros de cubo metálico enrolado varias vezes com 3 ou 4 rotores dependendo do modelo e categoria, uma campana em uma extremidade, com o bocal na outra em que o som  se produz com o sopro do músico. Este instrumento, em especial, requer uma atenção em relação ao músico que o toca, pois o trompista tem sua concentração focada em várias coisas ao mesmo tempo: respiração, altura das notas (que se produz nos lábios), mão esquerda focada nos rotores,  mão direita na afinação e com a dinâmica de volume e altura dos timbres na campana. E, como a trompa tem suas notas muito perto uma das outras, o trompista necessita  poder solfejar com facilidade e ter um ótimo ouvido em relação a afinação.

Sua historia vem de muito tempo atrás como uma evolução dos chifres de animais que os homens usavam como instrumento e sinalização à caça. A partir da idade média, a trompa já desenvolvida para um metal, começou a ganhar características musicais e sonoras e principalmente seu espaço nas orquestras com a inicialização dos compositores na época. Hoje a trompa é muito usada na modernidade, principalmente na  parte sinfônica, sendo usada em todas as 9 sinfonias de Beethoven e Mozart. Mahler pede 10 trompas em sua 2ª sinfonia. Mas na atualidade estão a se abrir timidamente opções para a popular.

Cabeça Dinossauro

por Laís Semis

Arnaldo Antunes pode até ter um lado sombrio, de cabelos negros arrepiados, olhos arregalados, magro – lembrando a juventude punk do pistol Johnny Rotten, uma aura roqueira, combinada à voz sem muito sentimento está um guarda-roupa às vezes refinado à Tim Burton. Em cortes de cabelo ou em escolha de roupas ousadas, ternos com partes de cores diferentes é que Arnaldo Antunes, à primeira vista, deixa de ser um cara qualquer com um trabalho comum para ser um cabeça dinossauro roqueiro.

O ex-titã Arnaldo Antunes

A face oposta a essa imagem de Arnaldo foi a que ele dedicou mexer com a imaginação das crianças. Em 94, gravou “Dorme” para o disco infantil “Canções de Ninar”. Para a geração que cresceu assistindo Castelo Rá-Tim-Bum e não sabe, Arnaldo Antunes é quem canta o tema “Lavar as mãos” (“Lava uma mão, lava outra mão, lava uma…”). Castelo à parte, por se tratar de um conjunto de artistas “cabeças” trabalhando para um público infantil, resultando num interessante, adorado e bem sucedido programa, recentemente, o ex-titã gravou o disco “Pequeno Cidadão”, mais uma vez poetizando para crianças.

Autor de 16 livros, em sua maioria poesias, tem artigos e poemas publicados em jornais, atuou no curta “Rock Paulista” (de 88), participou de curadorias e exposições como artista plástico. Conseguiu trazer seu vigor reflexivo para todas essas formas em que decidiu poetizar.

Tempos de Titãs

Antes de ter um grupo de excelentes músicos que o acompanham pelas suas turnês solo (como o incrível multi-instrumentista Marcelo Jeneci que acabou ‘abandonando’ Antunes para seguir sua própria carreira solo e cujo trabalho vale a pena conferir), Arnaldo Antunes passou 10 anos com os Titãs.

Foi em 75 que conheceu os companheiros do que seriam, mais tarde, os Titãs e já nessa época, aos 15 anos, começou a compor com Paulo Miklos. Porém, foi só em 82 que os Titãs (“do Ieiê”, como eram conhecidos antes de gravarem seu primeiro álbum) se apresentaram pela primeira vez. Paralelo aos Titãs, Arnaldo mantinha ativamente a Banda Performática (em que as performances, que incluía pentear discos, ficavam a cargo dele), que tinha dois anos de palco e estava gravando seu primeiro LP naquele ano, além de também compor e tocar com Os Intocáveis. O poeta e artista plástico ainda se dedicava a escrever livros.

Em 84, com o sucesso de “Sonífera Ilha”, os Titãs se tornam conhecidos nacionalmente participando de programas de auditório e emplacando diversos shows pelo país. Os anos 80 foram generosos com as bandas nacionais, gerando nomes que há 30 anos produzem sucessos radiofônicos de qualidade e, mesmo que percam alguns integrantes para outros projetos e para o tempo, continuam firmes atacando com shows, novos discos e emplacando mais alguns hits.

General Choi, Hong Hi, embaixador coreano no Brasil

por Eduardo Godoi

Prezados Leitores

Em 1961, o General Choi, Hong Hi participou ativamente do planejamento e da execução de um golpe de estado na Coréia do Sul que resultou numa das mais sangrentas e autoritárias ditaduras instaladas com o auxílio do Estados Unidos durante os anos da Guerra Fria. Embora, em suas memórias, o “Pai Fundador do Taekwon-Do” alegue que trabalhava para o General Do-Young Jahng assumir temporariamente o poder e devolvê-lo ao povo assim que possível, aparentemente, um “golpe dentro do golpe” traduziu-se na ditadura do General Jung-Hee Park, que conduziu o país por dezoito anos até o seu assassinato em 1979. O tão elogiado “milagre econômico” da Coréia do Sul é fruto de um período significativamente sombrio da sua história.

Em menos de um ano após o golpe, divergências políticas com o ditador puseram um fim à carreira militar do General Choi, levando-o,  compulsoriamente e a contragosto, para a reserva. Ao modo de um prêmio de consolação, foi-lhe oferecido o cargo de Embaixador da Coréia num país de sua escolha e o primeiro capítulo do volume 2 de suas memórias conta-nos o seu desejo de vir ao Brasil.

«I had already made up my mind to accept the role of Ambassador Extraordinary and Plenipotentiary, so while I was considering the most proper place to work, I was inclined to go to Brazil, which was the potential land for many Koreans to emigrate to. But sworn brother Duk-Shin Choi, who was the Minister of Foreign Affairs at that time, visited my house a couple of times to persuade me otherwise, saying, “I always wanted to work in Malaysia, yet  I did not have a chance after all. So I wish, Brother, you would work as the ambassador there instead of me.” And so I decided to go to Malaysia.» (Taekwon-Do and I – The Memoirs of Choi Hong-Hi, the Founder of Taekwon-Do – publicado pela International Taekwon-Do Federation)

Livro de memórias do General Choi Hong Hi

Segundo Stwart Anslow, em sua obra The Encyclopedia Of Taekwon-Do Patterns, foi na Malásia, entre 1962 e 1964 que o General Choi, em parceria com outros Mestres pioneiros do Taekwon-Do criou quinze dos 25 Tul´s desenvolvidos com a sua supervisão e “assinatura” (24 são os Tul´s adotados como oficiais: houve, no início dos anos 80 do século XX, a substituição da forma Ko-Dang pela forma Juche; ver “Uma breve história dos Ch’ang Hon Tul´s“). Ao retornar para a Coréia do Sul, em 1964, uma parte significativa do canon de nossa arte marcial já estava concluida. Se houvesse concretizado o seu desejo inicial, é possível que o Brasil fosse hoje  conhecido como a “segunda terra natal do Taekwon-Do”, ao invés da Malásia.

Talvez, a simpatia do General Choi pelo Brasil que captamos nessa breve passagem de suas memórias corrobore a hipótese de que a introdução do Taekwon-Do no Brasil em 1970 esteja atrelada a um pedido feito pelo General Medici, presidente do país em um dos períodos mais violentos de nossa ditadura civil-militar, para o envio ao Brasil de Instrutores de Taekwon-Do para ajudarem a polícia na repressão política adotada pelo regime autoritário (ver “O Taekwon-Do e a sua história“). Ecoavam, certamente, nas casernas de várias nações do mundo, os sucessos dos soldados coreanos em batalhas durante a Guerra do Vietnã, onde a Coréia do Sul participou com o maior efetivo militar aliado ao exército estadunidense (ver “C’h’ang Hon Taekwon-Do Hae Sul” – página XIX).

Oficiais americanos observando corpos da Batalha de Tra Binh Dong, em que um regimento norte-vietnamita com, aproximadamente 1500 homens foi derrotado por 254 soldados coreanos que empregaram, também, o Taekwon-Do como arma mortal. Ao todo, morreram 253 vietcongs e 15 coreanos.

Bibliografia

  • TAEKWON-DO AND I – THE MEMOIRS OF CHOI HONG HI, THE FOUNDER OF TAEKWON-DO – autor: Choi, Hong Hi – editora: ITF)
  • A KILLING ART: THE UNTOLD HISTORY OF TAE KWON DO – autor: Alex Gillis – editora: ECW Press (2008)
  • THE ENCYCLOPEDIA OF TAEKWON-DO PATTERNS (volumes I, II e III) – autor: Stuart Anslow – editora: Check Point Press (2010)
  • CH’ANG HON TAEKWON-DO HAE SUL – autor: Stuart Anslow – editora: Check Point Press (2006)

Bons dias !!!

Boosabum Eduardo Godoi (3o. Dan)

Ch’ang Hon Ryu Taekwon-Do Brasil
Academia Shaolin – Louveira – SP
Rua Armando Steck, 294 – sala 2 – Centro

Ansiedade e desempenho acadêmico

por            Daniel Bartholomeu

José Maria Montiel

Afonso Antonio Machado

A ansiedade dentro do contexto escolar recebeu maior atenção dos pesquisadores a partir da década de 1950. Ao fazer uma relação entre ansiedade e desempenho da criança da pré-escola, jardim de infância e da primeira série, Grossman  encontrou que a ansiedade interferiu na aprendizagem apenas dos alunos da 1ª série.

O surgimento da ansiedade pode estar ainda associado à capacidade da criança de interpretar não só o seu desempenho, como também de estabelecer comparações do próprio rendimento com a atuação de outras crianças, sobretudo em situações avaliativas. Nesse sentido, ocorre uma experiência repetida de insucessos acompanhadas de um sentimento de inferioridade, frustração e incompetência frente à turma, produzindo ainda mais dificuldades e podendo culminar no fracasso escolar.

A ansiedade apresenta-se como uma sensação altamente desagradável acompanhada de reações corporais como sudorese, cefaléia, necessidade de evacuar súbita, entre outras, que serve como um alerta para informar sobre um perigo eminente afim de que a pessoa tome medidas para lidar com esta ameaça que pode variar desde danos corporais, até possível punição ou frustração de necessidades sociais ou corporais. Ressalta-se que as experiências de ansiedade possuem dois componentes: a consciência de sensações fisiológicas, acompanhado do fato de se estar nervoso .

Inúmeros autores forneceram diferentes definições de ansiedade com base em inúmeras perspectivas. Nesse estudo, a concepção de ansiedade adotada é do Manual de Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV) e da Classificação Internacional de Doenças (CID-10).  Estes Manuais mencionam sintomas como inquietação, sensação de estar com os nervos à flor da pele, fatigabilidade, dificuldade de concentração, irritabilidade, tensão muscular, perturbação do sono, sudorese, palpitações, tonturas, desconforto epigástrico, medos preocupação que causam sofrimento e prejuízo em algumas áreas importantes da vida do indivíduo.

Essas manifestações em contextos com situações ameaçadoras são consideradas normais, sendo considerada patológica quando é uma resposta inadequada a certo estímulo, em virtude de sua intensidade e duração. A ansiedade normal seria aquela que nos acompanha ao longo do desenvolvimento e das experiências novas a fim de formar uma identidade, sendo, nesta perspectiva, um sinal de vitalidade e servindo para desepertar e motivar o organismo adquirindo assim, caráter de sobrevivência. Ressalta-se que a ansiedade de forma geral impele a realização de determinadas ações visando à remoção da ameaça. Dessa forma, não é necessariamente prejudicial ao bom desempenho escolar, já que um certo nível de ansiedade pode beneficiar a aprendizagem, dependendo do grau que se apresenta.

Troublemaker

por Laís Semis

Pete Doherty, voz serena, pensamentos distantes, pálido, cabelos escuros, olhos que parecem procurar solução e pensar demais, ex-namorado da supermodelo Kate Moss. Ele já foi premiado como o “vilão do ano” pelo semanário musical NME – posto que Bush já ocupou. Volta e meia, Doherty está respondendo a ações criminais ou é condenado por algum delito relacionado ao seu problema com drogas pesadas. Viciado em heroína, o poeta apaixonado já causou muito por aí. Fato é que certas bandas vivem tão intensamente a trilogia roqueira que às vezes fica difícil distinguir a repercussão de suas músicas da de seus atos.

Peter Doherty, o libertine problemático

Conturbados relacionamentos com a banda e o comportamento instável o levaram a ser expulso da banda britânica The Libertines, que formava ao lado do melhor amigo, frontman e conquistador, Carl Barât. E, mesmo não havendo The Libertines sem Pete Doherty, a banda continuou a se apresentar com Anthony Rossomando substituindo o “troublemaker”. Diante da afronta, Doherty cogitou formar a sua própria Libertines, já que considerava a banda tão sua quanto de Barât e se considerava no direito de também usar o nome.

Foi impossível continuar sem Doherty. Eles sempre manteriam um fantasma enorme do problemático Pete intimamente ligada à imagem da banda, além de fãs que ficaram órfãos e insatisfeitos com sua ausência. Carl seguiu em frente formando o Dirty Pretty Things na companhia do também ex-libertine Gary Powell, enquanto Pete já estava desde os tempos anteriores à sua saída tocando com o BabyShambles.

Sobre o BabyShambles, ele traz muito mais de Pete do que de uma banda. E mesmo com uma formação que se altera e com tantos empecilhos comportamentais, ele segue firme frente à banda, diferente do Dirty Pretty Things, que terminou por conta, desta vez, dos vícios de Barât.

Apesar de toda a sombra que permeia a música dos Libertines, vale um destaque para a banda que ao lado dos Strokes, White Stripes, Franz Ferdinand, Arctic Monkeys ajudou a construir a cena indie rock da década passada e movimentar a imprensa e os festivais, criando hinos e explorando as composições sentimentais do personagem que se tornou Doherty, agora expandindo seu talento para o cinema, estrelando o longa “Confession d’un Enfant du Siècle”.

Ch’ang Hon Ryu Taekwon-Do Brasil

por Eduardo Godoi

Prezados Leitores

A associação Ch’ang Hon Ryu Taekwon-Do Brasil tem como marco simbólico de sua fundação a graduação de um primeiro Faixa-Preta, o Boosabum Roberto Abdo (1o. Dan) em 23 de julho de 2011, em nossa sede em Louveira-SP.

Logotipo da Associação Ch'ang Hon Ryu Taekwon-Do Brasil.

Logotipo da Associação Ch’ang Hon Ryu Taekwon-Do Brasil.

Ch’ang Hon é o estilo de Taekwon-Do criado pelo General Choi Hong Hi com a ajuda de outros Mestres pioneiros (ver o artigo “Uma breve história dos Ch’ang Hon Tul´s“). A expressão coreana ch’ang hon pode ser encontrada – em várias obras de referência – vertida para a língua inglesa como blue cottage  e a expressão ryu como style. Embora o ideal seja buscar uma tradução confiável diretamente da língua coreana para a lingua portuguesa, arrisco duas possíveis versões do inglês para o português falado no Brasil: Taekwon-Do estilo Cabana Azul ou Taekwon-Do estilo Chalé Azul.

Ainda sob a égide do Taekwon-Do Harmonia (www.tkdharmonia.com.br) e da Federação Brasileira de Taekwon-Do ITF (www.fbt.org.br), demos início às nossas atividades, em Louveira, no dia 7 de março de 2006. O enorme sucesso alcançado nesse período em que atuamos filiados ao Taekwon-Do Harmonia deve muito à supervisão do Sabum Nim Ricardo Ramírez (5o. Dan), à forte atuação do Boosabum Giovani Godoi (3º. Dan) e ao valoroso apoio técnico do Boosabum Eduardo Santos (3º. Dan) e do Prof. Allan Zotto (Boxer). Destaco, com maior relevância ainda, o incentivo recebido de todos os alunos, pais e responsáveis que conheceram o nosso Do Jang.

A gestação da associação Ch’ang Hon Ryu Taekwon-Do Brasil começou no dia 12 de agosto de 2010, quando eu comuniquei ao meu Instrutor, o Sabum Nim Ricardo Ramírez, o meu afastamento do Taekwon-Do Harmonia e da Federação Brasileira de Taekwon-Do ITF, instituições às quais estive filiado durante mais de quinze anos e onde aprendi um Taekwon-Do de altíssima qualidade.

Ao longo de um ano de desenvolvimento, o projeto da criação de uma nova instituição, em parceria com o Boosabum Eduardo Santos e com a consultoria do Boosabum Roberto Abdo, alcançou a sua maturidade e já pode vislumbrar em seu horizonte três campos de atuação:

  • certificação de qualidade técnica aos associados, ao modo de um Bureau Veritas Quality International voltado para a nossa arte marcial;
  • promoção de eventos (seminários, demonstrações e competições);
  • cooperativismo e logística, oferecendo aos associados as melhores oportunidades para a aquisição de equipamentos, livros, filmes e uniformes para uso individual ou coletivo.
Organização Brasileira de Taekwon-Do ITF - OBTI

Organização Brasileira de Taekwon-Do ITF – OBTI

Após a visita do Sabum Nim Marcos Sanchez (6o. Dan e Presidente da OBTI) nos dias 21, 22 e 23 de setembro de 2012, estabelecemos uma parceria de enorme sucesso com a Organização Brasileira de Taekwon-Do ITF – OBTI (www.taekwondoitf.com.br). A OBTI, com seu modelo de gestão dinâmico e bastante democrático, vem inovando constantemente na concepção e na oferta de seus serviços, promovendo um acelerado crescimento e desenvolvimento do Taekwon-Do Tradicional em nosso país.

Com uma abordagem didática que valoriza a segurança e os aspectos ergonômicos dos movimentos, atendemos em nossas aulas um grupo diversificado de alunos, que inclui crianças com idades a partir dos sete anos, jovens, mulheres e homens.

Bons dias !!!

Sabum Nim Eduardo Godoi (4o. Dan)

Ch’ang Hon Ryu Taekwon-Do Brasil
Rua Armando Steck, 408 – sala 3 – Centro – Louveira – SP – CEP 13.290-000

Nutrição esportiva

por                   Cristiane Godoy

Daniel Bartholomeu

José Maria Montiel

Atualmente, o termo Nutrição Esportiva engloba muito mais do que orientação nutricional à atletas, visto que  um grande número de pessoas se exercitam regularmente e acabam se deparando com os mesmos desafios ” atléticos’’ como ganho ou perda de massa muscular, obtenção de mais força e resistência física  e melhoria da performance. Como ultrapassar estas barreiras somente com atividade física?  Desde os primórdios o homem vem testando alimentos para a melhoria de seu desempenho físico. Muito foi estudado e revelado que os diversos nutrientes desempenham papéis diferentes no organismo e que,  modalidades diferentes requerem um tipo de nutriente, no caso, um “combustível”específico.

Um atleta que compete em provas de curta duração e alta intensidade requisita uma fonte de energia imediata, diferente de um maratonista que precisa de energia para resistir a uma prova de mais de horas. Tanto o treino como a dieta tem que ser pensados para se atingir o objetivo.

A capacidade do organismo de extrair energia dos alimentos e transformá-la em movimento é dependente de escolhas alimentares adequadas, de estratégias nutricionais corretas como horários (alimentação pré e pós- treino), quantidade e tipo de alimentos, necessidade de suplementação enfim, a ciência da nutrição colocada em prática para obtenção de melhores resultados físicos, tanto para atletas de elite quanto para aqueles que buscam obter aptidão física, controle de peso e boa saúde.