Listrando na década

por Laís Semis

Meg White quase não se pronuncia. Parece uma boneca com não muitas expressões, além da face pálida e dos contrastantes cabelos pretos, como os de Jack. Robótica, muitos dizem. Durante os primeiros anos de banda eles sustentaram a mentira de que eram irmãos, quando na verdade tinham sido casados por quatro anos. Aficionados por preto, branco e vermelho, Meg e Jack White não são uma dupla. São uma banda completa e marcante. Você com certeza se lembra de “Seven Nation Army”.

Em 2005, o guitarrista decidiu dedicar o seu tempo a um novo projeto que reunia músicos vindos de outras bandas, formando a Raconteurs, e mantendo ainda os White Stripes. No início de 2011, depois de 13 anos juntos, eles se separaram para “preservar o que é belo e especial na banda e para que continue assim”.  E assim como o fim trágico de bandas no auge de sua carreira, a venda de discos dos Stripes subiram. O álbum ao vivo e do documentário “Under Great White Northern Lights” aumentaram mais de 2500% nos dois dias seguintes ao anúncio do término.

Com a separação da banda, as vendas dos discos do White Stripes subiram consideravelmente

As influências diversas do White Stripes refletem no produto blues-rock-folk, resultante numa sonoridade simples e atrativa. Sem dúvida, o White Stripes e seu “Elephant” (2003) entram na lista dos representantes da década passada ao lado dos roqueiros indies.

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