Run, rabbit, run

por Laís Semis

Clássica capa do disco "The Dark Side of the Moon"

Alguns objetos e formas simples podem remeter a novos elementos e ganhar novos sentidos. Uma maçã mordida, por exemplo, deve te remeter a mais do que uma simples maçã faltando um pedaço. Da mesma forma, um “prisma” sendo atravessado por um feche de luzes que passando por ele se tornam coloridas pode representar muito mais do que um prisma diante dos olhos de quem vê. Imagens simples podem ganhar milhões de adoradores.

A Revista Q calculou que pelo número de cópias vendidas do disco “The Dark Side of The Moon”, dos ingleses do Pink Floyd, teoricamente, é impossível que se passe um minuto sem que o disco seja tocado em algum lugar do mundo. Lançado em 1973, o disco permaneceu durante 781 semanas no ranking da Billboard, estando em seu Top 200 por 15 anos. Estima-se que 1 em cada 14 pessoas com menos de 50 anos, nos Estados Unidos, tenha uma cópia dele. Além do “Dark Side”, o Pink Floyd emplacou 4 outros discos na primeira posição da parada da Billboard; o “The Wall”, “The Division Bell” e o “Pulse”.

Questionado sobre como achava que seria se a banda estivesse começando agora, o baterista Nick Mason respondeu que provavelmente não passariam no “Britain’s Got Talent”. No sonho primordial do Pink Floyd eles tocavam R&B, mas tanta experimentação fez deles psicodélicos em uma década em que as bandas testavam constantemente os limites da música, do corpo, da mente, da sociedade e do tempo.

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