Competencia e desempenho organizacional

por               Cilene Aparecida Saez Moreno

Daniel Bartholomeu

José Maria Montiel

A Gestão de Recursos Humanos está passando por grandes mudanças. Estudos apontam que até pouco tempo bastaria o cargo para mostrar a importância das pessoas na organização. Atualmente, porém o reconhecimento do valor do indivíduo é proporcional ao valor que ele agrega à organização.  Neste sentido, as mudanças no panorama mundial contemporâneo, tais como internacionalização da economia, desenvolvimento de alianças estratégicas cada vez mais amplas e as decorrentes transformações sofridas pelas organizações, a função da gerência passou a requerer também conhecimentos e posturas e/ou atitudes diferenciadas relacionadas a seus subordinados.

É sabido que a justificativa para isso está no fato do mercado de trabalho atual exigir níveis de desenvolvimento cada vez mais diferenciados por parte das pessoas, tendo em vista o alto grau de competitividade existente. Da mesma maneira, as empresas têm que competir em ambientes de ampla concorrência, o que as força a buscar seu próprio desenvolvimento. Para isso cada vez mais precisam investir em seus funcionários. A gestão por competências é hoje considerada um instrumento de grande eficácia para lidar com essa situação na medida em que propõe formas mais justas para treinamento, avaliação e suporte aos planos de carreira de seus colaboradores, tornando-os indivíduos mais competitivos dentro e fora da empresa. Agregar gestão por competência pode ser caracterizado como diferencial nesse aprimoramento para o futuro.

Neste sentido, pode-se descrever que um gestor é competente ou não quanto este está mais próximo ou mais distante sua atuação estiver daquilo que é esperado dele em sua atividade. De maneira genérica, sabemos que o papel do gerente é caracterizado no exercício de habilidades técnicas, que estão representadas no conhecimento específico de um cargo gerencial, quase sempre associado à área funcional do gerente; habilidades humanas, que representam a habilidade que o gerente deve ter no trato com as pessoas; e habilidades conceituais, inferindo a necessidade do gerente possuir visão do todo ou sistêmica.

Em síntese, as empresas, independente de seu tamanho, não mais procuram profissionais eminentemente técnicos, mas pessoas que agreguem valor e produzam resultados, ou seja, profissionais que tenham competências para desempenharem os processos organizacionais propostos. Neste sentido, em um panorama de constante mudança, a passividade cede lugar ao dinamismo, à postura empreendedora, à tomada de decisão e responsabilidade por todos os envolvidos.

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