Terapia cognitiva

por                             Edson Simões

Daniel Bartholomeu

Heitor Cozza

José Maria Montiel

Entre as praticas desenvolvidas pela Psicologia seja na prática clínica e experimental, pode-se tratar o mesmo assunto e/ou demanda sob várias óticas e perspectivas, e dentre estas, destaca-se a Terapia Cognitiva que segundo estudos tais como os apresentados pela OMS (1998) como sendo a que tem demonstrado maior êxito no tratamento dos Transtornos Psiquiátricos. Esta em comparação a outras abordagens teóricas é uma das mais recentes, e também a que vem ganhando maior notoriedade no âmbito terapêutico, proporcionando novas descobertas e elucidações no tratamento de tais Transtornos. Tais achados e apontamentos estão relacionados ao fato pela sua maneira inovadora de abordar questões especificas e pela maneira em lidar com tais questões.

Conforme descrito anteriormente, mesmo sendo relativamente nova esta abordagem se iniciou ou teve sua maior divulgação há mais de quatro décadas com Aaron T. Beck e colegas ao escreverem a obra Terapia cognitiva da depressão. Após este trabalho inovador, surgi uma grande aderência a esta abordagem teórica em grande parte dos centros de estudos e tratamentos. Atualmente é grande o número de profissionais que aderiram a esta maneira de atuação, e os resultados positivos que vem sendo apresentados em grandes encontros e em grande meios de circulação cientifica, bem como pelo tempo dispensado no processo terapêutico, tem agregando cada vez mais, profissionais, pacientes e envolvidos nestes processos, tais como familiares.

Segundo relatos de profissionais envolvidos com este tipo de abordagem teórica, o grande diferencial nesta técnica é na maneira da escuta das queixas e demandas psicológicas apresentadas, sendo uma das características e a atenção, pois não se dirige ao fato do que causou o sofrimento, nem ao sofrimento, mas a interpretação equivocada do fato, ou seja, após uma interpretação de um acontecimento mal realizado, outras interpretações irão surgindo em reflexo a primeira, podendo ocasionar grandes sofrimentos psíquicos que estarão se arrastando e aumentando a cada momento de enfrentamento de situações adversas e/ou cotidianas. Neste aspecto destaca-se o ponto forte desta técnica, a intervenção previa e a prevenção de sofrimentos oriundos de avaliações mal adaptativas. Assim, no momento em que está se atuando, além de tratar o sofrimento momentâneo do paciente, o maior ganho é a prevenção contra sofrimentos futuros, que poderiam ocasionar comprometimentos na vida de uma pessoa.

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