A influência da emoção no desempenho escolar e a atuação da Psicopedagogia

por                      Patricia Villela

Juliana F. Cecato

Daniel Bartholomeu

José M. Montiel

A emoção pode ser compreendida como uma ponte que liga entre a vida orgânica e à psíquica, ou seja, é a manifestação de um estado subjetivo constituída de fortes componentes orgânicos, que revela um estado fisiológico e efêmero. As emoções consistem em sistemas de atitudes que correspondem a uma determinada espécie de situação. Existe relação entre tônus e emoção, uma vez que, o aparelho muscular recebe e sinaliza as impressões afetivas do bebê, e serve como veiculo de comunicação das emoções. Mesmo sendo um fato fisiológico, a emoção também tem um caráter social, podendo ser modificada e transformada nas relações sociais, ou seja, nas trocas e interações com outro.

A presença da emoção implica em redução das capacidades cognitivas do indivíduo, assim, desconhecer as emoções ou a falta de habilidade para lidar com elas, traz sérios danos para ao individuo em suas diferentes relações. Muitos autores descrevem como um estado de total contágio entre os indivíduos, e que quando este individuo apresenta déficits nesta habilidade/função ocasionam inúmeros prejuízos em diversos aspectos da vida, consequentemente perdem o controle da situação cotidianas.

Em síntese, aprender sobre o funcionamento das emoções é fundamental como uma maneira de assegurar competências, especialmente em relações sociais, isto é, podendo organizar melhor suas ações e atender às reais necessidades cotidianas.

Yeah Yeah Yeahs!

por Laís Semis

No palco, ela é inquieta; contorcimentos corporais que envolvem o fio do microfone, cores em um visual que faz questionar se ela ficou presa no tempo. O corte de cabelo também faz parte da marca que Karen O criou pra ser, cortes assimétricos combinados com franja e maquiagem neon.

Karen O, vocalista da banda americana Yeah Yeah Yeahs

Karen O, vocalista da banda americana Yeah Yeah Yeahs

Fora dos palcos Karen Orzolek costuma ser mais discreta. Para encarnar a pessoa frente ao Yeah Yeah Yeah, em um figurino de meias calças, jaquetas com tachas, roupas com franjas, multicolores, brilho, grito, choque visual, ela conta com a ajuda de Christian Joy, uma amiga personal stylist. Karen O tem um pouco da geração do glitter rock. Mas “retrô” não é só o visual da banda. Formada em 2001, em uma faculdade de cinema de Nova York, o YYYs se pegam em um som de sintetizadores, acompanhados do guitarrista Nick Zinner e do baterista Brian Chase.

Em 2009, além de ter lançado o disco “It’s Blitz!” ao lado da bana, Karen O and The Kids embarcaram em uma nova viagem, compondo e cantando para o longa infantil “Onde Vivem Os Monstros”, em que os vocais das canções doces são divididos com crianças. O resultado foi uma indicação para a categoria de Melhor Trilha Sonora Original e um encantamento de um novo público, o infantil, mesmo não sendo “Onde Vivem Os Monstros” um filme indicado apenas para crianças.

A seleção que compõe a trilha sonora do filme engrandece a beleza de uma das histórias clássicas infantis americanas.

A importância da afetividade para o desenvolvimento cognitivo

por                     Patricia Villela 

Juliana F. Cecato

Daniel Bartholomeu

José M. Montiel

A afetividade pode ser entendida como uma energia que move as ações humanas. Sem afetividade não há interesse ou motivação, pois o ser humano se desenvolve a partir da qualidade das relações e trocas com o outro (VIGOTSKY, 1998). Partindo deste pressuposto, a vida na escola, adquire grande relevância, já que afetividade e aprendizagem estão ligadas, e é no âmbito da relação professor-aluno que acontece a construção do conhecimento, o desenvolvimento da inteligência emocional e o processo de avaliação da aprendizagem. É portanto, na escola, os alunos experimentam os mais diversos afetos, tanto o prazer de obter sucesso em uma atividade como a raiva em discutir com um colega (COSTA; SOUZA, 2006).

A afetividade estende-se em etapas evolutivas, sendo a primeira delas de base orgânica e seus motivos estão relacionados à bem ou mal estar. Com influência do meio esta base orgânica modifica-se para meios de expressão mais diferenciados, e aí começa o período emocional. O meio é necessário para modelagem do indivíduo. A afetividade é o ponto de partida do desenvolvimento infantil, como por exemplo a inteligência, não aparece pronta, ambas evoluem ao longo do desenvolvimento, modificando de um período para outro, pois à medida que o individuo se desenvolve, as necessidades afetivas tornam-se cognitivas. Afetividade e inteligência são inseparáveis na evolução psíquica, pois mesmo com funções bem definidas, quando integradas permitem a criança atingir níveis de evolução cada vez mais elevados.

Seguindo os pressupostos anteriormente descritos pode-se apontar que a afetividade e sua relação com o desenvolvimento cognitivo infantil é algo determinante para a prática educacional. Apreender sobre o funcionamento das emoções e suas manifestações em sala de aula é um instrumento extremamente poderoso, pois proporciona à escola perceber o aluno em sua totalidade.

Em síntese, para se obter resultados satisfatórios no desenvolvimento infantil é necessário preparar um ambiente favorável para a criança desenvolver suas relações e consequentemente desenvolver também suas funções cognitivas.

Golden touch

por Laís Semis

Não é dos feitos que mais gosta de se gabar, mas o invocado vocalista da banda inglesa Razorlight, Johnny Borrell, já integrou por um curto período a Libertines. Tempos depois ele sairia no tapa com o ex-vocal Doherty (e no ano seguinte declararia guerra ao The Kooks). Fato é que vocalistas invocados geralmente procuram (ou acabam encontrando naturalmente) duas coisas: arqui-inimigos e conquistar um império como o de nenhum outro.

Em 2010 a banda que passava pela mesma formação desde 2004, quando lançou seu primeiro álbum, passou por uma reestruturação interna: todos os integrantes saíram da banda, com exceção de Borrell que arranjou outros três companheiros para substituir os antigos. Em entrevista ao tabloide britânico The Sun, o baterista Andy Burrows disse que “não conseguia entender como se sentia tão triste tocando numa banda que tinha vendido milhões de cópias”.

Musiquinhas agradáveis, semi-hits, covers de personalidade, ápices de fúria musical contrapostos a bonança entre faixas e dentro delas próprias compõe uma sonoridade que não se prende ao rock de rua feito or grande parte das bandas contemporâneas ao Razorlight. A construção se preocupa em manter a qualidade de álbum para álbum, variar a mesmice se transformando naturalmente como uma banda madura e nunca se esquece de trabalhar as letras.

Johnny Borrell

Johnny Borrell

Mas a safra colhida pós-Nevermind balançou um pouco o padrão que o rock parecia ter criado de lançar artistas destaques a cada geração que representassem o “teen spirit” de cada uma. Integrando uma geração bem menos rebelde, que não quebrou nenhum tabu, não deu a cara a tapa e nem se pintou de sonhadora revolucionária, a Razorlight teve que dividir espaço com uma lista de outras bandas como ela: (a queridíssma) Strokes, Libertines, White Stripes, Franz Ferdinand, Arctic Monkeys, Bloc Party (se lembra deles?)…

Geração Strokes (a banda que acabou se tornando ícone dos anos 00, mas nem próximo de um Beatles, Sex Pistols, U2 ou Nirvana), a Razorlight sempre soou meio ressentida e se auto colocou num pedestal tentando se afirmar (desnecessariamente, assim como vem fazendo o Oasis desde os anos 90, mas com menos prestígio do que esses conterrâneos) como uma grande banda que produz material de qualidade e que merece ser louvada sob os holofotes. Menos extremista que os irmãos Gallagher, Borrell simplesmente exagera na dose de adjetivos arrogantes. O tom de superioridade de Borrell poderia ser só uma atitude conflituosa que engrandecesse a produção da banda, deixando-a ainda mais em voga e resplandecendo uma nova voz da década (passada). Antes fosse o “toque de ouro” que os tornassem únicos perante tantos outros. No entanto, acaba soando apenas como um apelo mimado de mais uma banda que ainda procura o reconhecimento do sucesso absoluto em vão em uma época que como bem disse Helio Flanders, do Vanguart, sobre esse mercado fonográfico que se criou, “ninguém mais vai estourar”. E nada vai ser tão bom quanto Johnny Borrell afirmar que é.

Esclarecimento dos constantes equívocos sobre a história do Taekwon-Do / Taekwondo na internet

por Luiz Carlos Silva

EQUÍVOCOS:

1) A Moo Duk Kwan foi fundada em 1947.

2) Em 1952 aconteceu a famosa demonstração dos peritos militares da 29ª Divisão de Infantaria para o 1º presidente da República da República

3) A OH Do Kwan foi fundada em 1955.

4) A Korea Taekwondo Association foi fundada em 1961.

5) CHI DO KWAN e JI DO KWAN, são escolas diferentes.

6) A 1ª excursão para demonstrar a arte do Taekwondo para fora da República da Coréia ocorreu no ano de 1965.

O CORRETO:

1)  A Moo Duk kwan foi fundada exatamente no dia 09 de novembro do ano de 1945, pelo GM Hwang Kee, sempre lembrando que ele nasceu exatamente no dia 09 de novembro do ano de 1914 e faleceu em 14 de Julho de 2002

2) A famosa demonstração da arte para o 1º presidente da Coréia do Sul, ocorreu no ano de 1954, e nem poderia ter ocorrido no ano de 1952, pois a demonstração foi realizada pelos peritos militares da 29ª Divisão de Infantaria do Exército da República da Coréia. A 29ª Divisão de Infantaria foi fundada pelo General Choi Hong Hi exatamente no 2º semestre de 1953, portanto nem existia em 1952.

3) Conforme o General Choi (1918-2002) disse em muitas e muitas oportunidades a Oh Do Kwan  foi estabelecida pelo próprio General Choi no 2º semestre do ano de 1954 logo após a famosa demonstração para o 1º presidente da República da Coréia Dr. Syng Man Rhee(1875-1965), e no próximo ano 1955 em 11 de Abril ocorreu a famosa conferência, onde foi sugerido oficialmente o nome Taekwondo pelo General Choi.

4) A Korea Taekwondo Association foi fundada pelo General Choi Hong Hi exatamente no dia 03 de Setembro do ano de 1959.

5) Chi Do Kwan e Ji Do Kwan é a mesma palavra, ocorre uma diferença de pronúncia tradução para a letra J e Ch (X). Alguns que postaram na Internet colocaram erroneamente como duas escolas distintas, este erro  já foi muitas vezes esclarecido na Internet.

6) A 1ª Excursão de peritos de Taekwondo para demonstrar a arte fora da República da Coréia, ocorreu no mes de março do ano de 1959. Foi exatamente em Taiwan e Vietnã. Foi uma equipe de peritos militares convidados oficialmente por estes países para lá demonstrar a arte já com o nome Taekwondo. O chefe da missão foi o General Choi Hong Hi.

É importante ressaltar que em 1965 ocorreu a 1ª Excursão de Peritos Civis (Good Will tour) foram eles (peritos):

Han Cha Kyo, Kim Jun Kun, Kwon Jae Hwa e Park Jong Soo para demonstrar o Taekwondo para fora da Coréia do Sul, em missão oficial do governo sul coreano tendo sido designado o general Choi Hong Hi como chefe da missão.

História do Taekwon-Do/Taekwondo no Brasil

por Luiz Carlos Silva

Julho de 1970: o Taekwondo entra oficialmente no Brasil, em São Paulo, através do Instrutor Internacional Cho, Sang Min, na época 6º dan, enviado pelo famoso General da Arma de Infantaria do Exército Regular da República da Coréia, CHOI, HONG HI (1918-2002), fundador e presidente da entidade máxima que administrava a arte no mundo naqueles tempos a ITF – International Taekwondo Federation, estabelecida pelo próprio general em Seul, exatamente no dia  22 de Março do ano de 1966. General Choi também foi Embaixador da República da Coréia na Malásia (gestão 1962-1965).

Cho, Sang Min foi um dos notáveis peritos da República da Coréia selecionados diretamente pelo lendário general para divulgar a arte pelo mundo, coube o Brasil ao Grão mestre Cho.

Grão Mestre Cho, Sang Min, enviado ao Brasil pelo General Choi, Hong Hi  para introduzir o Taekwon-Do em nosso país.

Grão Mestre Cho, Sang Min, enviado ao Brasil pelo General Choi, Hong Hi para introduzir o Taekwon-Do em nosso país.

Sobre o General Choi Hong Hi

Coube exatamente ao General Choi Hong Hi cumprindo missão a ele atribuída pelo 1º Pres. da República da Coréia Syng Man Rhee (1875-1965) a histórica tarefa de convocar um comitê formado pelas principais lideranças da Sociedade Civil e Militar da República da Coréia, justamente para avaliar o status das artes marciais coreanas e também unificá-las sob um único nome, o comitê reuniu-se formalmente no dia 11 de Abril de 1955.

General Choi Hong Hi, fundador do Taekwon-Do estilo Ch'ang Hon.

General Choi Hong Hi, fundador do Taekwon-Do estilo Ch’ang Hon.

Foi exatamente o Gen. Choi Hong Hi, quem criou o estilo Chan Hun e as belíssimas formas próprias em nº de 24. Tchon Ji até Tong iL.

Presidentes de vários países, inclusive do mundo ocidental chamaram o general Choi para o mesmo relatar pessoalmente sobre o tão falado Taekwondo militar na época chamado popularmente de Karate coreano militar, praticado pelas forças militares da República da Coréia, justamente devido a magnífica, extraordinária eficácia na guerra do Vietnã, levando os combatentes vietcongues receber a orientação por parte de seus superiores para não enfrentarem os militares coreanos na selva, e sim retirarem-se tamanha a superioridade das tropas coreanas tendo em vista a extraordinária perícia nas técnicas do Taekwondo, no combate corpo a corpo por ocasião de encontros entre tropas da República da Coréia, principalmente por parte das patrulhas de militares coreanos na selva vietnamita.

Esclarecimento: É importante ressaltar que nos anos 60, principalmente no final desta década (60) alguns coreanos que imigraram para países do Ocidente, individualmente, por iniciativa própria, ou seja, não oficialmente em missão de convênio, intercâmbio, inclusive alguns de baixa graduação, ensinaram informalmente artes marciais como, por exemplo: KUK SOOL, TANG SOO DO MDK, porém não eram registrados, oficializados, formalizados.

KOREA TAEKWONDO ASSOCIATION.

Também é fundamental salientar que a Korea Taekwondo Association, estabelecida exatamente em 03 de Setembro de 1959 pelo General Choi Hong Hi (1918-2002), é a Entidade Nacional específica como o próprio nome cita Coréia, para as questões dentro do país, no caso a República da Coréia.

MOO DUK KWAN

Também é importante ressaltar que o fundador da “Moo Duk Kwan ORIGINAL”, Grão Mestre Hwang Kee (1914-2002) nunca aceitou o nome Taekwondo, ou seja, nunca utilizou a palavra Taekwondo, pois usou para a arte:

Inicialmente o termo Hwa Soo Do, (Hwa em referência a Hwa Rang) depois Tang Soo Do e posteriormente Soo Bahk Do.

Em Setembro de 1953 ele fundou a Korean Tang Soo Do Association.

No mês de Junho de 1960 ele estabeleceu a Korean Soo Bahk Do Association, assim substituindo a Korean Tang Soo Do Association.

Hwang Kee também nunca aderiu, jamais utilizou as formas próprias do Taekwondo ITF (fundada em Seul em 22.03.1966) chamadas de formas “Chan Hun” assim como nunca utilizou as formas do Taekwondo adotadas pelo Kuk Ki Won chamadas Palgye (8), Taeguk (8) para a categoria Gub; Hwang também jamais aderiu as de dan em nº. de 9, ou seja, de Koryo até Ilyo.

Ao invés, as formas utilizadas pela Moo Duk Kwan original são:

Kicho (03), Pyong Ahn (5), Bassai, Naihanchi, Sip Soo, Chin To, Kong Sang Koon, Ro Hai, Wang Shu, Sei Shan, Jion, Oh Si Sa Bo etc.

Ele também criou o uniforme específico para sua arte, justamente para diferenciar do uniforme do Taekwondo, ou seja, com uma listra no contorno de toda a gola e também nos punhos.

A faixa na categoria dan é azul escura, e a partir de 4º dan com uma listra vermelha em todo o meio. Ele criou o emblema com dois ramos e embaixo com caracteres chineses (chamado Hanja pelos coreanos).

Obviamente Hwang sempre teve sua Federação própria, inclusive a nível mundial.

É importante salientar que nos últimos tempos Hwang Kee passou a chamar a arte de Soo Bahk Do.

DISSIDÊNCIAS NA MOO DUK KWAN.

Houve várias dissidências na Moo Duk Kwan. Por exemplo, houve facções, (divisões) que se separaram de Hwang, porém continuaram fiéis a Hwang em relação ao nome da arte, ou seja, continuaram e continuam usando o nome Tang Soo Do, como por exemplo, entre outras as de seus discípulos e seguidores:

J.C. Shim (WTA World TANG SOO DO Association),

J.J. Kim (1929-2007) WTTF World TANG SOO DO Traditional Federation

C.S. Kim (ITF International TANG SOO DO FEDERATION,

Estes mestres, entre outros criaram suas Organizações próprias, acima citadas, principalmente nos EUA praticam as formas utilizadas por Hwang, desde Kicho, Pyong Ahn, Bassai e assim por diante.

ADESÃO AO TAEKWONDO

Por outro lado, muitos membros da Moo Duk Kwan Tang Soo Do, anos depois simplesmente passaram diretamente de maneira individual para o Taekwondo.

Também houve um grupo, uma dissidência que se desligou da Moo Duk Kwan Tang Soo Do original de Hwang Kee, estes dissidentes liderados por Chong Soo Hong fundaram a Moo Duk Kwan Taekwondo Association assim aderindo ao Taekwondo.

Sejong

por Luiz Carlos Silva

Sejong (1397-1450) “O grande”, é o nome do 4º rei da dinastia Chosun cujo reinado foi de 18 de Setembro de 1418 a 18 de maio de 1450. Considerado um dos mais notáveis e importantes reis na história da península, em cujo reinado foi inventado o famoso e eficientíssimo alfabeto fonético Hangul no ano de 1443 d.C. e proclamado em 1446 um dos mais práticos, perfeitos, científicos e precisos sistemas de escrita já concebidos, inicialmente com 28 letras e depois resumidas para 24 e que propiciou a Coréia um dos mais altos índices de alfabetização, ele também deu início a um impressionante desenvolvimento nos campo da: ciência, filosofia, música e tecnologia, também durante seu reino, a fronteira do norte onde hoje se localiza a República Democrática Popular da Coréia foi consideravelmente expandida. Além do mais em sua gestão houve grande avanço na área da meteorologia, tendo sido inventado em 1442, o primeiro pluviômetro da história humana.